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Tecnologia para quem cuida.

Lares, ERPI, IPSS e clínicas trabalham por turnos, com dados de saúde e sem margem para falhas. Tratamos da informática para que a equipa se possa concentrar nas pessoas.

Desafios do setor

O que tira o sono a quem gere uma instituição

Problemas que encontramos em quase todas as organizações de saúde e apoio social, independentemente da dimensão.

01

Turnos e escalas

Picagem de ponto, escalas e trocas de turno geridas em papel ou folhas de cálculo, com erros que chegam ao processamento salarial.

02

Dados de saúde

Informação clínica e pessoal sujeita ao RGPD, que exige controlo de acessos, registo de atividade e cópias de segurança verificadas.

03

Funcionamento 24 horas

Postos partilhados entre turnos e equipamentos que não podem falhar à noite nem ao fim de semana.

04

Canal de denúncias

Entidades com 50 ou mais trabalhadores estão obrigadas a ter um canal de denúncia interno, confidencial e com prazos de resposta.

05

Pouco tempo para a informática

Direções técnicas ocupadas com utentes e famílias, sem ninguém dedicado a sistemas, licenças e fornecedores.

06

Várias respostas sociais

Lar, centro de dia e apoio domiciliário com equipas e locais diferentes a partilhar a mesma informação.

O que fazemos

Informática ao ritmo dos turnos

Soluções simples de usar por equipas com rotatividade e pouco tempo, com a segurança que os dados de saúde exigem.

  • 01

    Assiduidade e escalas sem papel

    Picagem de ponto e gestão de escalas integradas com o processamento salarial, com trocas de turno registadas.

  • 02

    Dados protegidos e acessos por função

    Microsoft 365 com autenticação multifator, permissões por função, cópias de segurança testadas e registo de acessos.

  • 03

    Canal de denúncias conforme a lei

    Plataforma confidencial com anonimato, registo de prazos e relatórios, alinhada com a Lei n.º 93/2021.

Exemplo real

Numa ERPI com mais de 50 colaboradores, apoiámos a escolha da solução de assiduidade e escalas e a preparação do canal de denúncias exigido por lei.

Perguntas frequentes

O que nos perguntam as instituições

01Trabalham com lares e IPSS de pequena dimensão?

Sim. A maior parte das organizações de apoio social não tem equipa de informática. Ajustamos o contrato de suporte à dimensão e à realidade da instituição, sem pacotes fechados.

02O canal de denúncias é mesmo obrigatório?

É obrigatório para entidades com 50 ou mais trabalhadores, nos termos da Lei n.º 93/2021. Tem de garantir confidencialidade, registo das denúncias e prazos de resposta. Ajudamos a escolher e a implementar a solução adequada.

03Os dados dos utentes ficam protegidos?

Definimos acessos por função, ativamos autenticação multifator, cifra dos equipamentos e cópias de segurança verificadas. Fica tudo documentado, para responder a uma auditoria ou a um pedido da CNPD.

04Conseguem integrar a picagem de ponto com os salários?

Na maioria dos casos, sim. Avaliamos o software de salários que já usam e escolhemos uma solução de assiduidade que exporte ou integre diretamente, para evitar introdução manual.

Diagnóstico gratuito

Comece pelo diagnóstico.

Uma visita, uma conversa e um relatório escrito que fica consigo, contrate ou não. É assim que começa qualquer relação com a Ferdav.

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