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Direção técnica para empresas que precisam de um responsável de tecnologia sem o custo de um cargo a tempo inteiro. Estratégia, orçamento, fornecedores e equipa, com presença regular e decisões por escrito.
O que inclui
Não é suporte nem é um projeto. É a função de direção técnica, exercida a tempo parcial, com o compromisso de quem assina.
Plano a doze, vinte e quatro e trinta e seis meses, alinhado com os objetivos do negócio e revisto a cada trimestre.
Orçamento anual de tecnologia, acompanhamento da execução e identificação de desperdício: licenças a mais, contratos sobrepostos, equipamento parado.
Avaliação, negociação, acompanhamento e saída de fornecedores. Um único interlocutor técnico que fala a linguagem deles.
Políticas de segurança, acessos, continuidade e uso aceitável, escritas para a sua empresa e aplicadas de facto.
Acompanhamento da equipa interna ou dos parceiros, prioridades claras, projetos com dono, prazo e critérios de aceitação.
Relatório periódico em linguagem de gestão: riscos, investimentos, resultados e decisões necessárias. Sem jargão.
Como funciona
Os primeiros noventa dias definem o resto: é quando se percebe o estado real, se arrumam as urgências e se traça o plano.
Avaliação do estado da tecnologia, dos contratos, da equipa e dos riscos. Relatório à administração com prioridades.
Sem compromissoDias por mês, presença no local e à distância, comité de acompanhamento, indicadores e contrato de prestação de serviços.
Documento únicoResolução do que é urgente, roadmap, orçamento e primeiras decisões de fornecedores. O ritmo instala-se aqui.
Noventa diasReuniões regulares, acompanhamento de projetos, relatório à administração e revisão trimestral do plano.
Ciclo contínuoPara quem
O CTO as a Service serve empresas em que a tecnologia passou a ser estratégica e a administração precisa de um interlocutor de confiança.
A tecnologia deixou de ser um custo pequeno e passou a condicionar o negócio. Falta quem a dirija.
Sistemas diferentes, fornecedores diferentes, padrões diferentes. Uma direção técnica comum poupa dinheiro e risco.
Momentos em que alguém tem de responder pela tecnologia perante terceiros, com rigor e documentação.
A Ferdav exerce hoje funções de direção técnica de operações em regime de CTO as a Service, incluindo operações fora de Portugal.
Perguntas frequentes
O contrato de suporte trata da operação: os sistemas funcionam, os utilizadores são atendidos, as cópias existem. O CTO as a Service trata da direção: para onde vai a tecnologia, quanto custa, quem a fornece, que riscos se aceitam. Muitas empresas contratam os dois, em documentos separados.
Depende da dimensão e do momento da empresa. O modelo habitual combina dias fixos por mês, presença em reuniões de direção e disponibilidade para decisões entre reuniões. Fica definido em contrato e revisto a cada trimestre.
Sim, é o cenário mais comum. A direção técnica não substitui quem executa; dá-lhes prioridades, critérios e alguém que responda pelas decisões. Avaliamos os fornecedores com base no serviço prestado, não em preferências.
Sim. Representamos a empresa em auditorias, em reuniões técnicas com clientes grandes e junto de fornecedores, sempre com mandato claro da administração.
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Uma visita, uma conversa e um relatório escrito que fica consigo, contrate ou não. É assim que começa qualquer relação com a Ferdav.