Serviços · Backup e recuperação
Um backup que nunca foi restaurado é só uma esperança.
Quase todas as empresas têm cópias de segurança. Muito poucas já tentaram restaurá-las. A diferença entre as duas coisas só aparece no pior dia possível — e aí já não há tempo para descobrir.
O problema
A confusão que custa mais caro
Sincronização não é backup
O OneDrive, o Dropbox e o Google Drive sincronizam. Se um ficheiro for apagado, corrompido ou cifrado por ransomware, a alteração propaga-se para a nuvem em segundos — e o ficheiro bom desaparece de todos os sítios ao mesmo tempo.
Backup é outra coisa: é uma cópia num sítio separado, com histórico, de onde se pode voltar atrás a uma data anterior ao problema.
Existir não é funcionar
A segunda confusão é achar que uma tarefa de backup que corre todas as noites significa que os dados estão recuperáveis. Um backup pode correr durante meses a copiar a pasta errada, ou a gravar ficheiros que ninguém consegue abrir.
Só o restauro prova o backup. É por isso que o fazemos e registamos.
O que fazemos
Incluído neste serviço
Está incluído
- Desenho da política de backup: o que se copia, com que frequência, para onde e por quanto tempo
- Cópias automáticas com retenção definida e separação do ambiente de origem
- Restauros de teste com registo escrito da data e do resultado
- Plano de recuperação documentado, com a ordem por que se repõem os sistemas
- RPO e RTO explicados em linguagem simples, com os valores concretos da sua empresa
- Verificação de que os backups continuam a cobrir o que passou a existir entretanto
Não está incluído
- Recuperação de dados de equipamento fisicamente danificado, que é serviço de laboratório especializado
- Cópias de sistemas que não estejam sob nossa gestão e às quais não tenhamos acesso
- Arquivo legal de longa duração com requisitos específicos de retenção, que se desenha à parte
Perguntas frequentes
O que costumam perguntar-nos
Qual é a diferença entre backup e o OneDrive?
O OneDrive sincroniza: se apagar ou cifrar um ficheiro, a alteração vai para a nuvem também. O backup guarda versões anteriores num sítio separado, de onde se pode voltar atrás.
O que são RPO e RTO?
RPO é quanto trabalho está disposto a perder — se o backup é diário, pode perder até um dia. RTO é quanto tempo pode ficar parado até estar de novo a trabalhar. Os dois definem-se consigo, porque dependem do negócio, não da tecnologia.
Com que frequência testam os restauros?
Fica definido na proposta e cumprido com registo escrito. O que garantimos é que o teste existe e que lhe mostramos o resultado — não é uma promessa vaga de «testamos regularmente».
E se formos atacados por ransomware?
Repomos a partir de uma cópia anterior ao ataque. É exatamente por isso que a retenção e a separação do ambiente de origem importam mais do que a frequência.
Já tentou restaurar?
No diagnóstico verificamos se as cópias existem, se cobrem o que interessa, e se é possível voltar atrás.
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